PSICOSSOMÁTICA
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FLORAIS
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TERAPIA HOLÍSTICA MULTIDIMENSIONAL
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ESCOLHAS SAUDÁVEIS
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EQUILÍBRIO
O UNIVERSO COMO UM HOLOGRAMA
Na medicina tradicional ocidental, quando um organismo apresenta problemas funcionais atribuem a causa a desequilíbrios químicos.
Embora, a homeostase dependa da sinergia entre mente, corpo e espírito, isso não é levado em conta.
O sujeito é visto sob uma perspectiva newtoniana, na qual não passa de sofisticada máquina biológica.
Estudos recentes demonstraram que a mente pode controlar tanto as funções anatômicas como a dor e a temperatura da pele, como ajudar na cura do organismo.
A medicina convencional trabalha com os componentes químicos e estruturais do corpo físico, lida com a natureza num nível espaço/tempo quadridimensional enquanto a medicina alternativa, vibracional ou holística lida com energias que podem ser perturbadas pela atividade mental e emocional do sujeito.
Essa energia ou força vital anima todas as criaturas vivas é chamada de espírito, trata-se de uma energia sutil que influência na saúde, doença e no crescimento do sujeito.
A medicina vibracional com seus métodos alternativos de cura consegue corrigir padrões anormais de funcionamento dos sistemas que controlam o metabolismo celular e os padrões comportamentais.
Os meridianos da acupuntura, os chakras e nadis, o corpo etérico e outros sistemas superiores são parte da anatomia humana multidimensional que têm sido descritas por diversas escolas de cura em todo o mundo.
A física quântica mostra que no nível das partículas toda matéria é na verdade energia, sendo assim, o sujeito pode ser afetado pela energia.
Com isso, percebe-se que o ser humano é um ser de energia multidimensional.
O paradigma einsteiniano vê o sujeito como uma rede de complexos campos de energia em contato com os sistemas físico e celular, o reconhecimento de que toda matéria é energia foi provada por Einstein através de sua equação E=mc², provando que energia e matéria são duas manifestações diferentes da mesma substância universal, que é a energia ou vibração básica da qual todos são constituídos. A partir desta percepção novos pontos de vista sobre a saúde e a doença são compreendidos, proporcionando métodos eficazes de cura.
A rede energética da estrutura física/celular é sustentada pelos sistemas energéticos sutis que coordenam a interação entre a força vital e o corpo – as funções eletrofisiológicas, hormonais e a estrutura do corpo físico. É a partir desse nível de energia sutil que se origina a saúde e a doença, os sistemas de energia são afetados tanto pelas emoções quanto pelos fatores ambientais e nutricionais.
Essas energias sutis afetam os padrões de crescimento celular tanto positivamente quanto negativamente. Essa conexão invisível entre corpo físico e energia sutil detém a compreensão dos relacionamentos internos entre matéria e energia, através da consciência que é constituída de energia e que está relacionada à expressão celular do corpo físico, participando da criação da saúde ou da doença.
O sujeito é um microcosmo dentro de um macrocosmo e os princípios observados no microcosmo refletem os princípios que governam o comportamento do macrocosmo. Quando este compreender as estruturas físicas e energéticas de sua mente e corpo, estará mais perto de compreender a natureza do Universo.
Para compreender a medicina einsteiniana utiliza-se a luz a laser.
O estudo das imagens obtidas através do uso da luz laser para iluminar objetos é chamado holografia.
O holograma é uma fotografia em 3 dimensões criada por padrões de interferência de energia, que demonstra o princípio da natureza de que cada parte pode conter o todo, proporcionando a compreensão da estrutura genética do universo, quanto da natureza mutidimensional do sujeito.
O holograma é um padrão de interferência de energia, ou seja: Com um holograma de uma maçã corta-se em diversos pedaços e cada fragmento visto através de uma luz a laser revela a miniatura da maçã. Pode-se correlacionar o princípio holográfico - cada pedaço contém as informações relativas ao todo - com o DNA. Ambos possuem informação suficiente para construir todo um corpo a partir do zero.
Devido a esse fato, o princípio holográfico é importante na compreensão dos campos bioenergéticos associados à estrutura físico-química do corpo humano.
É provável que a disposição espacial das células seja controlada por um mapa tridimensional, esse mapa é o resultado do campo bioenergético que acompanha o corpo físico, esse campo ou corpo etérico é um molde de energia holográfica que contém informações codificadas para a organização espacial do feto e também um mapa que permite a regeneração celular no caso do organismo sofrer algum dano.
O neuroanatomista S. Burr realizou um trabalho na universidade de Yale estudando a forma dos campos de energia existentes em trono de plantas e animais vivos. Sua experiência com os campos elétricos que circundavam as plantas novas provou que este campo não possuía a forma da semente original e sim da planta adulta, sugerindo que qualquer organismo em processo de desenvolvimento estava destinado a seguir em modelo de crescimento previamente determinado e esse modelo é gerado pelo campo eletromagnético individual do organismo. Esse campo de energia que circunda e impregna os sistemas vivos chama-se corpo-etérico que é um padrão de energia semelhante a um holograma.
Estendendo o modelo holográfico, o Universo se torna um gigantesco holograma cósmico ou um enorme padrão de interferência de energia, cada pedaço do universo contribui para as informações relativas ao todo.
A MATÉRIA COMO LUZ
O DNA codifica a expressão físico-estrutural da atividade celular através das enzimas e proteínas que desempenham as funções bioquímicas do organismo. As enzimas catalizam reações químicas específicas originando novas estruturas, constituídas de proteínas que por sua vez são ajuntamentos de aminoácidos. A molécula de DNA contém na memória genética as instruções que determinam o arranjo seqüencial dos vários aminoácidos que constituem cada tipo de proteína.
As moléculas são grupos de partículas menores chamadas átomos, que podem ser reduzidas a partículas menores: elétrons, nêutrons e prótons. Toda matéria é constituída por arranjo de partículas atômicas e subatômicas como os elétrons que apresentam dois elementos em sua composição: ondas e partículas.
A dualidade da onda/partícula é um reflexo da relação entre matéria e energia que foi estudada por Einstein e sintetizada como E=mc². Então, converte-se matéria em energia e energia em matéria.
Quando o fóton de alta energia transforma-se em duas partículas reduz a velocidade, passando a ter propriedades atribuíveis à matéria (massa) e ainda conservar algumas das propriedades ondulatórias. A partir disto afirma-se que toda matéria é luz congelada, e é constituída por campos de energia complexos.
O corpo etérico é um modelo holográfico de energia que orienta o crescimento e o desenvolvimento do corpo físico.
Visto como o corpo da matéria - matéria etérica, apresenta freqüência mais elevada.
Os princípios holográficos que organizam a estrutura e as informações contidas no interior do corpo humano também podem estar presentes nos padrões de ordem de todo o cosmo.
Então somos seres multidimencionais, não só carne e osso, células e proteínas somos constituídos da mesma substância básica de que é feito o universo, luz congelada.
O molde etérico é um padrão de crescimento que dirige os processos celulares a partir do nível energético superior. As alterações no corpo etérico precedem a manifestação das doenças no corpo físico. Portanto as doenças físicas se manifestam primeiro no nível etérico antes que as alterações físicas celulares tenham se iniciado.
O câncer e a baixa resistência as infecções são devidos a debilidade energética sutil do sistema nos níveis etéricos.
A teoria energética sugere que os seres humanos assemelham-se aos elétrons de um átomo, eles ocupam casulos de energia conhecidos como orbitais. Cada orbital apresenta características de energia e freqüência, dependendo do tipo de átomo. A fim de que o elétron passe para o próximo orbital superior é preciso transmitir-lhe energia de uma determinada freqüência, somente um quantum de energia exata fará com que o elétron salte para um orbital superior. A este salto dá-se o nome de princípio da ressonância. Através desta ressonância a energia de freqüência adequada irá excitar o elétron e fazer com que ele passe para um nível energético mais elevado na sua órbita em torno do núcleo.
Os seres humanos se assemelham a elétrons no sentido de que seus subcomponentes energéticos ocupam diferentes modos vibracionais que são chamados de órbitas de saúde e órbita de doença, somente uma dose de energia sutil da freqüência apropriada poderá fazer com que o corpo passe para uma nova órbita.
Distorções no padrão normal de organização da energia sutil no molde etérico podem resultar num crescimento celular anômalo é no corpo etérico que as doenças se manifestam semanas ou meses antes de seus sintomas se tornarem visíveis no corpo físico.
PSICOSSOMÁTICA - CORPO, MENTE E DOENÇA
A medicina psicossomática (do grego psyche= alma, soma = corpo) é o estudo das relações entre as emoções e os males do corpo.
Descreve a abordagem da unidade mente-corpo e todo o modo de vida segundo o qual a saúde é considerada.
O termo psicossomática é relativamente novo, foi utilizado pela primeira vez em literatura médica em 1922, porém foi através da Dra. Dunbar em sua obra Emotions and Bodily Change que se tornou conhecido durante a década de trinta.
A compreensão de que a mente e o corpo são inter-relacionados remonta a pelo menos 4.500 anos. Huang Ti – Imperador Amarelo da China, observou que a frustração pode fazer com que as pessoas fiquem fisicamente doentes.
Cinco séculos antes de cristo, Hipócrates postulava: para que as curas se efetivassem, seria necessário que os médicos possuíssem “um conhecimento da totalidade das coisas”.
No século XVI, Martinho Lutero declarava: “Pensamentos soturnos acarretam males físicos; quando a alma está oprimida, o mesmo ocorre com o corpo”.
Lutero tinha uma preocupação mórbida com a saúde. Por toda a sua idade adulta sofreu de constipação, incômoda freqüentemente de origem psíquica. Seus terríveis conflitos íntimos – entre a sua lealdade à igreja e sua dissidência espiritual – freqüentemente eram transferidos para seus tormentos no sanitário.
Admitiu-se durante séculos que as pessoas poderiam morrer de desgosto, que um amor não retribuído poderia causar doenças, que o medo e a ira acarretariam moléstias.
Durante o século XIX o médico francês Pierre Cabanais expôs o conceito segundo o qual “paixões fortes” resultariam em conseqüências patológicas sobre o corpo. Isso ocorreu durante a revolução Francesa, ele defendeu uma abordagem psicossomática como recurso visando reformar a medicina.
Tem se o hábito de considerar certos aspectos pessoais como sendo físicos e outros mentais. A distinção é meramente lingüística. Isso porque sua mente e seu corpo são partes integrantes do seu ser como um todo. E é impossível que uma parte se altere sem mexer nas demais.
Cada emoção a que somos submetidos é um acontecimento físico. Quando se experimenta uma forte reação emocional, mesmo causada por um filme, ocorre secreção de hormônios, e a química corpórea sofre alterações.
As emoções são capazes de alterar o equilíbrio endócrino, assim como o fluxo sanguíneo e a pressão, de inibir o processo digestivo, de alterar a sua respiração e a temperatura de sua pele. Um estado prolongado de perturbação emocional pode levar a alterações que provoquem uma doença.
A psique é capaz de desencadear uma reação excessiva dos hormônios, o que pode produzir um processo patológico. O corpo realiza esforços constantes no sentido de conservar-se em equilíbrio. Se a tensão e outros fatores desequilibrarem essa gangorra, o corpo vai buscar uma adaptação através de alterações em sua química, que poderá ser danosa para o resto do organismo, levando ao que se denomina de moléstias da adaptação.
Uma das fontes de tensão são as alterações externas. Acontecimentos importantes na vida particular, bons ou maus, podem torna-lo vulnerável às doenças. Comoção social, tensões do trabalho, são acompanhados de altos índices de moléstias. As tensões crônicas do ritmo acelerado da vida cotidiana também têm o seu papel.
Todas as doenças apresentam componentes emocionais, são excluídas as manifestações patológicas estritamente hereditárias, tais como a hemofilia ou a anemia falciforme. Também não se colocam entre as moléstias as causadas por fatores do meio ambiente, como intoxicações alimentares, moléstias profissionais e intoxicações por poluição.
Contudo, é possível que, mesmo nesses casos o nível de danos seja aumentado em decorrência da tensão psíquica, já que o estado emocional da vítima freqüentemente ajuda a determinar o curso da doença. Sua suscetibilidade aos microorganismos pode variar de acordo com o seu estado mental. (EX: problemas gastrintestinais, perturbações sexuais, moléstias cardíacas e inúmeros outros males sofrem forte influência de fatores psicológicos, até o câncer tem sido correlacionado com as emoções).
O tratamento de problemas psicossomáticos é dificultado pelo fato de que, apesar do crescente reconhecimento da importância dos fatores emocionais nas moléstias do corpo, há uma tendência a considerar certos problemas como sendo “mentais” e outros, “físicos”.
Deixando assim, passar despercebida a complexa inter-relação existente entre as emoções do paciente, a fisiologia e o meio ambiente.
QUANDO A BOCA CALA O CORPO FALA
Muitas vezes:
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
OS FLORAIS DE BACH - ONDE TUDO COMEÇOU
A terapia floral foi criada pelo médico Dr. Edward Bach, na década de 30, na Inglaterra, desanimado com a medicina ortodoxa, percebeu que possuía sensibilidade que lhe permitia sentir as energias transmitidas pelas flores, constatando que algumas flores eram capazes de provocar sentimentos negativos, outras tinham a propriedade de anula-los.
Ele identificou 38 essências, entre as flores silvestres, as árvores do campo e uma nascente.
E as dividiu em 7 grupos:
Para os que sentem medo,
Para os que sofrem de indecisão,
Para a falta de interesse pelas circunstâncias atuais,
Para sensibilidade excessiva a influências e opiniões,
Para o desalento ou desespero e
Para a excessiva preocupação com o bem estar dos outros
Escreveu os fundamentos dos remédios como um método simples e natural de cura que deveria atuar sobre as causas e não sobre os efeitos, corrigindo assim o desequilíbrio emocional formando a base para a recuperação dos sintomas físicos.
Os florais não usam o material físico da planta, mas a energia essencial que se encontra dentro da flor.
Como a energia é extraída:
Uma terrina de vidro enche-se com água pura, colhem-se as flores em número suficiente para cobrir toda a superfície da água onde permaneceram flutuando à luz do sol durante um período de 3 a 4 horas.
Mediante um processo de alquimia natural, a energia de cura que existe dentro das flores é transferida para água. As flores são removidas e o líquido é colocado em vidro na proporção de 50% da essência floral e 50% de conservante.
Os florais tratam os conflitos psíquicos ou emocionais a que estamos submetidos, além de atenuar ou ajudar no tratamento de algum mal físico, ele aperfeiçoa nossas qualidades e transcendência perante o problema.
Por exemplo, num tratamento antidepressivo enquanto as drogas amenizam ou mascaram os comportamentos não desejáveis, o uso dos florais, como terapia auxiliar, ajudam na catalisação da consciência emocional para a auto-cura definitiva, além de ajudar numa psicoterapia.
A eficácia dos florais está na transformação do paradigma comportamental ou do estilo de vida, na promoção do bem-estar desabrochando as qualidades positivas da personalidade e efetuando a busca do auto-conhecimento.
Resumindo: As essências florais ajudam na jornada de responsabilidade durante a vida, nos faz perceber que em grande parte a felicidade encontra-se em nossas mãos; auxilia-nos a desfazermos dos fardos do passado, das idéias obsoletas e dos pré-conceitos inúteis, dos grandes obstáculos que são criados por nós e por fim, nos liberta de nossos medos, angústias, dúvidas, hesitações, descrença, ansiedade, trazendo o equilíbrio necessário a verdadeira expressão, criatividade, paz interior, amor-próprio e auto-estima.
TERAPIA HOLÍSTICA MULTIDIMENSIONAL
A Terapia Holística trata problemas e doenças à partir de uma visão global do ser e tem como objetivo melhorar a qualidade de vida através do equilíbrio físico, emocional e energético.
A Terapia Multidimensional conecta o coração com a alma, promovendo a consciência multidimensional.
As dimensões são frequências, faixas vibratórias. Multidimensional é o conceito de que o universo abriga diversas dimensões (faixas vibratórias) que constituem a vida. Os físicos acreditam que para o Universo ser matematicamente sustentável precisa ter onze dimensões.
Existem diversas frequências no Universo, e vibramos em todas, tudo o que fazemos em uma dimensão impactará nas outras.
A consciência multidimensional sugere que a experiência de consciência não está restrita apenas ao plano físico ou tridimensional, mas pode se estender a outras dimensões ou aspectos da realidade. Isso pode incluir planos espirituais, energéticos ou até mesmo concepções de tempo não lineares.
Na espiritualidade a consciência multidimensional muitas vezes implica uma compreensão de que a nossa existência vai além do corpo físico e que há uma interconexão entre todos os níveis de realidade.
É uma ferramenta de elevação da consciência e tem o objetivo principal, auxiliar no nosso processo de ascensão. Ocorrendo no processo de integração com a nossa essência de luz divina, elevando as vibrações dos nossos corpos multidimensionais e fazendo com que possamos nos reconectar com as frequências divinas, atraindo cada vez mais amor para a nossa vida proporcionando escolhas saudáveis e promovendo a homeostase com o Universo.
BIBLIOGRAFIA:
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GERBER, Richard. Medicina Vibracional - Uma medicina para o futuro São Paulo: Cultrix,1988.
GYTON, A.C. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan -, 1992.
LOWEN, Alexander. Bioenergética. 2o ed. São Paulo: Summus,1982.
VOLICH, Marcelo Rubens. Psicossomática. 3o ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.